Procurando opções de investimentos em renda fixa? Que tal conhecer o Tesouro Direto?
Este foi um dos investimentos apresentados aos capixabas durante a quarta edição da Expo Money, maior evento de educação financeira e de investimentos, em Vitória. O Shopping do Seu Dinheiro esteve presente na cidade nos dias 26 e 27 de outubro, no Centro de Convenções de Vitória.
Mas afinal, qualquer um pode investir no Tesouro Direto?
De acordo com o Tesouro Nacional, qualquer pessoa que more no Brasil e que possua CPF (Cadastro de Pessoa Física) pode adquirir estes títulos, desde que tenha cadastro em uma corretora habilitada. As compras podem ser feitas pelo próprio site do Tesouro Direto ou, então, pelo homebroker da corretora – desde que ela disponibilize esta opção.
Atualmente, é possível investir a partir de uma fração equivalente a 0,2 de um título público, o que significa um investimento mínimo de cerca de R$ 100. Entretanto, o Tesouro Nacional anunciou recentemente uma mudança nas regras e, a partir de 2012, será possível investir ainda menos – uma fração de 0,1 de um título público, com piso próximo a R$ 30.
Além da redução da aplicação inicial, entre as novas regras, também será possível efetuar compras programadas de títulos, com valor e prazo predeterminado. Ou seja: se o investidor quiser aplicar R$ 200 por mês durante 5 anos, não vai precisar entrar no site do Tesouro Direto para fazer a aplicação a cada 30 dias. Basta fazer uma única programação e o valor será retirado automaticamente da sua conta na corretora todos os meses.
Rentabilidade
Os títulos do Tesouro Direto possuem prazos para resgate diferentes e, na hora de comprar, o investidor escolhe uma data de vencimento do título. O tempo para receber o pagamento pelo título muda de acordo com as necessidades de financiamento do Governo, e varia de prazos menores, como um ano, até títulos com vencimento em mais de 30 anos. Lembrando que é possível vender o título antes do vencimento, mas, neste caso, a rentabilidade pode ser prejudicada.
Os títulos se dividem em duas classes: prefixados e pós-fixados. No primeiro caso, o investidor já sabe qual será o retorno no momento da emissão, desde que ele mantenha o papel até o seu vencimento.
No caso dos pós-fixados, não há como saber antecipadamente qual será a rentabilidade, já que esses papéis têm seu rendimento atrelado a algum indicador de mercado (inflação ou taxa básica de juro) e pagam um adicional em relação a este referencial.
Principais títulos disponíveis para compra*:
LTN - Letra do Tesouro Nacional - Título com rentabilidade definida (taxa prefixada) no momento da compra. O pagamento é único e feito na data de vencimento do título ou de seu resgate;
LFT - Letra Financeira do Tesouro – Este título tem rentabilidade diária vinculada à Selic (taxa de juros básica da economia). O pagamento é único e feito na data de vencimento do título ou de seu resgate;
NTN-B - Nota do Tesouro Nacional, série B - Possui rentabilidade vinculada à variação do IPCA, acrescida de juros definidos no momento da compra. O pagamento dos juros é realizado semestralmente e o valor do título é pago na data de seu vencimento ou de seu resgate;
NTN-B Principal - Título com a rentabilidade vinculada à variação do IPCA, acrescida de juros definidos no momento da compra. O pagamento é único e feito na data de vencimento;
NTN-F - Nota do Tesouro Nacional, série F – Possui rentabilidade prefixada, acrescida de juros definidos no momento da compra. Os juros são pagos semestralmente e o valor do título é pago na data de seu vencimento ou de seu resgate.
(Fonte: Tesouro Nacional)
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
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São muitas opções o grande segredo é se informar e ver aquela que mais atende suas necessidades!
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